Indígenas brasileiros e a Indústria 4.0

A ideia aqui é imaginar que os espaços dos indígenas brasileiros e sua cultura e costumes estão ficando pequenos para a sua real importância na nossa sociedade. A demarcação de terras deste povos deve e pode ser uma conquista histórica, que só traria benefícios a vários setores que lucram no brasil, o problema e reconhecer.
Mediante este cenário a situação de momento e se sustentar na informação da "internet das coisas" ou de uma indústria 4.0.
Parcerias que desenvolvam e aprimorem o ser indígena, como um gel para dores musculares feito de copaíba que e cultivada e plantada sobre e em terras indígenas, com todo o conforto de ser algo natural e de procedência reconhecida através de selos de qualidade. Fortalecer as cooperativas e marcas locais nesse sentido, para que o mercado abrace esta empreitada.
Verificar de fato como integrar isso ao nosso cotidiano. Não é uma revolta contra a industrialização, mas sim pegar carona no "bum" tecnológico e na informação que corre via redes conectadas na internet. Imaginamos quanta visibilidade um produto natural e indígena de geração de anos pode ser feito em parceria com farmácias de manipulação.
É possível? É viável? É o que temos para hoje.!
Para Pensar:
Um milhão de indígenas brasileiros buscam alternativas para sobreviver. Algumas etnias tentam conquistar autonomia com o comércio.
Sustentabilidade:
Alguns povos indígenas que tiveram suas terras homologadas têm conseguido bons resultados por meio da comercialização de seus produtos. Levantamento apresentado à Agência Brasil pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta que, somente na safra 2017/2018, índios da etnia Kaiapó do Pará obtiveram cerca de R$ 1 milhão com a venda de 200 toneladas de castanha. Outros R$ 39 mil foram obtidos com a venda de sementes de cumaru, planta utilizada para a fabricação de medicamentos, aromas, bem como para indústria madeireira.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-04/um-milhao-de-indigenas-brasileiros-buscam-alternativas-para-sobreviver.
Comentários
Postar um comentário